terça-feira, 19 de abril de 2011

A solidão dos números primos

Li este livro o ano passado por esta altura e embora não seja extraordinário é inesquecível. De fácil ingestão (leitura fácil) mas de difícil digestão (fica-nos uma certa inquietude).

Recomendei-o ao meu filho, que o começou a ler, mas lhe deu sumiço. O livro encontra-se em parte incerta. Até já pensei em comprar outro, mas ainda não perdi a esperança de o encontrar e que o meu teenager o leia e aprecie. Sem o trauma que Paolo Giordano atribui às principais personagens, também ele é um número divisível apenas por 1 e por ele próprio... (Obs: descobri hoje que o meu allmidy nerd está a uma falta de atingir o limite  anual a filosofia... como é que tal é possível... tudo por causa dos atrasos à primeira hora... culpa da mãe, aponta logo ele em tom acusatório... )

Penso que o filme vai estrear em Portugal e eu quero ir ver, mas dificilmente superará o livro!

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Os campeonatos do Tomás

O Tomás adora futebol. Aprendeu a ler precocemente, por causa do futebol. Crava uns eurozitos a toda a família para fazer colecções de cromos. Por ser o mais novo da tribo rapidamente lhe explicaram que a fada ou o ratinho era a mãe e agora troca dentes por carteiras de cromos. Mal os dentes começam a abanar faz contas ao número de carteirinhas que vai receber e já disse: "Primeiro vou abrir uma janela, depois uma porta e quando o 3º dente cair vou ficar com um portão"... e já lá vão dois... por sorte é um intervalinho em cada maxilar!

É sportinguista... mas isso agora não interessa nada (com os resultados que temos tido e como não nasceu para sofrer, desligou, que a sua capacidade de sofrimento ainda é reduzida)...
Tal como o irmão fazia, inventa campeonatos de futebol, faz sorteios e inventa jogos e resultados. Este quadro apresenta os resultados oficiais da "Liga Tomazinho". Ele lê e corrige: "É a liga dos campeões!"




De férias, e como o tempo não está para praia, vinga-se na bola... Hoje teve sorte e oferecemos-lhe uma bola nova que a velha que por aqui anda já deu o tinha a dar (as outras o avô escondeu, para ver se as paredes não sofrem agonias)...