O ministro da Economia sugere o franchising do pastel de nata. Ele lá sabe as saudades que teve de um bom pastel de nata (ou se calhar de Belém, mas aí já estaríamos a falar de uma cadeia Gourmet), enquanto andou por terras Canadianas.
Se os americanos conseguiram exportar o cupcake, aquela coisa emproada, gordurosa e cheia de açúcar, porque motivo não hão-de os nossos pasteis tornar-se num must internacional? No sabor ganhamos 10 a zero, nas calorias são 208 contra 684!
Quanto ao franchising, o pastel per si talvez não fosse suficiente para definir o conceito, agora "UM CAFÉ E UM PASTEL DE NATA, SFF", aí sim, estaríamos a exportar uma genuína amostra do típico snack português...
A este propósito saliento um artigo escrito por um jornalista espanhol do "El País", que li no site "Agência Financeira" (ler aqui) cujo título é «Porque é que o café sabe sempre bem em Portugal? (e aqui não)», onde ele refere:
"seja numa elegante cafetaria do Chiado lisboeta ou
numa tasca rural no meio do
Alentejo, o café é servido como deve ser: numa chávena estreita e alta,
com creme, com a dose
certa de acidez, com o seu
amargo contido e com aroma a café, não a torrefacto queimado".
