Se eu tivesse começado a ler "A máquina de fazer espanhóis" no início das férias poderia ter apreciado o livro na sua plenitude, como ele merece, mas comecei em Abril/Maio e algures a meio tive de parar..
... quando o Sr. Silva ( personagem principal) começa a fazer amizades no lar para onde o "empurram" depois da morte da mulher, estava eu a lidar com o final das aulas dos meus filhos, os testes de aferição, os exames nacionais, as festas de final de ano, o jantar com as professoras e os outros pais... safa, fico cansada só de relembrar (felizmente que acabou tudo bem, não tivesse eu três grandes motivos de orgulho)...tudo isto somado às atribulações profissionais próprias do final de semestre não permitiram luxos como a leitura e lá se foi o enredo...
Abençoadas férias que me permitiram voltar um pouco atrás e desfrutar deste surpreendente livro, que conseguiu inclusive a proeza de prender o meu marido, dispensando que se reunisse o habitual conjunto infindável de condições para ele se conseguir concentrar e ler 10 linhas seguidas de um livro!
O autor pelos vistos está a fazer sucesso no Brazil e ainda bem!
