sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Um café e um pastel de nata, sff


O ministro da Economia sugere o franchising do pastel de nata. Ele lá sabe as saudades que teve de um bom pastel de nata (ou se calhar de Belém, mas aí já estaríamos a falar de uma cadeia Gourmet), enquanto andou por terras Canadianas.

Se os americanos conseguiram exportar o cupcake, aquela coisa emproada, gordurosa e cheia de açúcar, porque motivo não hão-de os nossos pasteis tornar-se num must internacional? No sabor ganhamos 10 a zero, nas calorias são 208 contra 684!

Quanto ao franchising, o pastel per si talvez não fosse suficiente para definir o conceito, agora "UM CAFÉ E UM PASTEL DE NATA, SFF", aí sim, estaríamos a exportar uma genuína amostra do típico snack português...

A este propósito saliento um artigo escrito por um jornalista espanhol do "El País", que li no site "Agência Financeira" (ler aqui) cujo título é «Porque é que o café sabe sempre bem em Portugal? (e aqui não)», onde ele refere:
          "seja numa elegante cafetaria do Chiado lisboeta ou numa tasca rural no meio do Alentejo, o café é servido como deve ser: numa chávena estreita e alta, com creme, com a dose certa de acidez, com o seu amargo contido e com aroma a café, não a torrefacto queimado".


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