domingo, 19 de maio de 2013

Dia Internacional dos Museus 2013


Há pelo menos 3 anos que não deixamos passar este evento sem comemoração.
O dia de ontem não foi excepção. Estive eu uns dias antes a preparar o programa, sabendo à partida que não íamos conseguir cumprir nem metade e o principal entrave é sempre arregimentar a malta para sair de casa. O meu plano era sair de casa por volta das 10h... saí às 12h...nada mal!

Começámos pelo Museu do Traje, que tinha visitas animadas e fomos recebidos logo à entrada pela governanta de sua majestade, o Rei, que ia partir para Sintra e desde logo fez do meu marido o empregado que tratava dos cavalo - que já deviam estar preparados para os senhores partirem - e eu passei a ser a Generosa e a governanta queria saber se eu tinha o cesto do lanche arranjado pois a viagem era longa.. claro sim, está tudo pronto!

Sala após sala, concluímos nos anos 50, com uma dança de rock n'roll e com a Bia e o Tomás a serem chamados a dançar rockabilly com os actores.



(as fotos foram tiradas com o telemóvel e estão muito más)


Nos jardins encontrámos um artista a fazer esculturas em troncos de madeira com uma moto-serra e os miúdos gostaram de brincar numa árvore cuja raiz era maior que eles.

Etapa nº 2, Museu do Azulejo: eu gostei bastante, mas não tinha o conceito de "Museu Vivo" que as crianças tanto apreciam. Temos de lá voltar quando houver a possibilidade de fazerem o seu próprio azulejo. O Tomás já em tempos fez um que se partiu.



Etapa nº 3, Museu do Fado: Adorei a interpretação dos músicos (Marta Costa Pereira com mais 2 músicos) e do fadista Rodrigo Costa Félix. Sentados no chão, com a sala cheia de portugueses e estrangeiros, até as crianças gostaram (e estava lá algumas bem pequeninas e caladinhas a ouvir).

Etapa Final: Museu da Electricidade. Fila à entrada e não fomos em nenhuma visita guiada. No final têm umas brincadeiras/experiências para crianças que explicam muito bem com se forma e transporta a electricidade. No programa inicial era suposto continuarmos pela noite fora, mas tinha-se esgotado a energia! P'ro ano há mais.


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